P04 – Proposta na execução real

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Ao longo das publicações justifiquei as minhas escolhas e intenções, não me quero tornar repetitiva!
Mas na execução real do cartaz, a ilustração será tridimensional tendo três espessuras.
Dando assim uma perceptiva interessante e diferente quando é vista de frente ou de perfil.
Quando se fala em espessuras diferentes é importante referir que não tem haver com sobreposição, pois toda a ilustração foi feita com encaixes, logo uns animais estarão mais elevados e outros perfurados.
Quero instalar um gravador com sons dos animais, mas sem que o som seja constante. Isto porquê?
Acho que este detalhe do som de um animal pode despertar quem passa na rua para a curiosidade de parar e querer perceber de onde surge esse som! Porquê que se ouve um som de um touro, burro, galo, no meio de uma rua citadina e assim levar as pessoas à curiosidade de olhar em redor. Por esses motivos os sons seriam repetidos mas não seriam constantes. Para assim poder haver um efeito imprevisível!
Em relação ao material a usar, estou a pensar usar K-Line preta existente no mercado, ou então K-Line apenas para dar espessura e pintar com Spray, sendo o cartaz impresso!

 

 

P04 – Elaboração gráfica no computador

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Referência das espessuras desta experiência:

direita camadas

O ponto de exclamação será todo preto, em três espessuras diferentes:

  • Azul Turquesa, corresponde à primeira espessura;
  • Azul escuro corresponde à segunda espessura;
  • Verde corresponde à terceira espessura.

Ilustração

Tornei a ilustração num ponto de exclamação rectangular (era redondo o que obrigou a alterações no encaixe dos desenhos). A linha vermelha apenas serve para se fazer a distinção dos animais, que ficarão todos a preto e em espessuras diferentes
Fiz algumas correcções no contorno ( que é apenas uma simulação) e também nos olhos e nas narinas, achei mais correcto apenas o uso de circunferências.

ilustração nariz final

 

Elaboração gráfica no computador

cartaz ilustração ponto de exclamação SC

Na hierarquia da informação, coloquei os nomes fictícios com outro peso (médio) porque tem mais importância e deve ter mais destaque. Sendo a tipografia do cartaz Helvetica porque acho que é a que  melhor se enquadra ao registo do cartaz!

macaco direito

macaco direito sem rectang

Nesta experiência todo o triângulo, o Homem e os animais terão a mesma espessura.
Remete assim ao alerta da nossa Evolução!

cartaz ilustração ponto de exclamaçãomais triangulo SC- exp

Outra experiência que explorei, mas que acho que fica muito pesado graficamente.

 

 

P04- Experiências/ Estudos

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experiência 1

experiência 3 no que diz respeito à ilustração inicial

Esta foi uma das tentativas de simplificar a ilustração inicial, após ter dedicado bastante tempo a esta ilustração encontrei outras soluções melhores, como nas experiências que passo a apresentar;

Novo Documento 57_1

Neste estudo surgiu do ponto de exclamação por ser um símbolo de alerta.
Tentei conjugar vários animais e o Homem para remeter ao alerta já argumentado.
Mas recomeço que tem um registo demasiado delicado, para ser um sinal de alerta.

Novo Documento 58_1

Por isso nesta fase optei por fazer um registo mais icónico.
Mas como continha animais que não faziam parte da peça tentei enquadrar numa outra ilustração apenas os animais referidos na peça de teatro!

Estudo de alteração da ilustração ponto de afirmação Prop. 1Estudo da ilustração para ser refeita.

 

Ponto de afirmação alterado Proposta 1

  • Nesta fase foi trabalhada a parte superior do ponto de exclamação, tendo conseguido refaze-la e encaixar os desenhos apenas com animais da peça. Tornando-se o estudo que mais gostei, ainda assim continuei a explorar.
    Animais:
  • Burro
  • Galo
  • Cão
  • Homem
  • Ave (Corvo, Pardal)
  • Touro
  • Sapo
  • Formiga

 

seleção de animais para Proposta 2

Fui pesquisar posses humanas e de animais tendo como ideia usar o sinal de perigo aliado à ilustração do Homem com o Animal para passar a mensagem que: somos animais entre animais! (pelos argumentos já referidos anteriormente)

Estudo proposta 2

esboço

P04- Porque escolhi esta peça?| Argumentos

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A mensagem de que os bichos e os homens são iguais perante a natureza, na opinião do autor dos contos – Miguel Torga – existe, da mesma forma que está também subjacente o alerta “das injustiças do dia a dia” colocando questões fundamentais sobre a sociedade e a própria existência. Na peça de teatro retrataram o gato que foi muito bem tratado e domesticado pela dona mas quando foi para a rua foi ridicularizado pelos outros gatos por nem se saber defender. Ou Miura (o touro) que preferiu a morte à tortura da tourada. Assim como o cão que era adorado e que quando cresceu é abandonado à sua sorte etc… . Tudo isto é um alerta!

A companhia de teatro retrata a visão de Miguel Torga apresentando o homem como “Bichos entre os outros Bichos” , não ocupando, por isso, um lugar privilegiado na criação”, …” a evolução afastou o homem da natureza condenando-o à perdição”. Retratando a busca “pela sua essência selvagem da pureza dos instintos pondo em causa Deus, liberdade (Estado Novo – Fascismo), sociedade (amizade, traição, amor, ódio, ambição), e a relação do indivíduo com elas”. Ou seja, é de facto um alerta ao comportamento do homem, porque no Estado Novo as pessoas eram privadas da liberdade de escolha, de expressão, de opinião, etc.

Na peça utilizam o recurso à forma como o homem trata os animais como um retratar do Estado-Novo e da sociedade em geral, mesmo a actual e como a mesma se comporta com o Homem. E isto é, no meu entender, um sinal de alerta para o rumo em que a sociedade estava, e continua teimosamente a tomar.

O próprio texto de  Miguel Torga pode-se inferir “ como um grito amargo e profundo da terra…” em que o homem se comporta com instintos premários de bichos, desprovidos daquilo que deve caracterizar o Homem enquanto tal, o sentido de consciência colectiva e de cidadania. E esta é a mensagem trabalhada pela companhia de teatro AtrapalhArte.

 

P04 – Somos bichos entre bichos!

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Indicações de alerta:

Achei importante!

“Querido leitor:
São horas de te receber no portaló da minha pequena Arca de Noé. Tens sido de uma constância tão espontânea e tão pura a visitá-la, que é preciso que me liberte do medo de parecer ufano da obra, e venha delicadamente cumprimentar-te uma vez ao menos. Não se pagam gentilezas com descortesias, e eu sou instintivamente grato e correcto.
Este livro teve a boa fortuna de te agradar, e isso encheu-me sempre de júbilo. Escrevo para ti desde que comecei, sem te lisonjear, evidentemente, mas também sem ser insensível às tuas reacções. Fazemos parte do mesmo presente temporal e,quer queiras, quer não, do mesmo futuro intemporal. Agora, sofremos as vicissitudes que o momento nos impõe, companheiros na premente realidade quotidiana; mais tarde, seremos o pó da História, o exemplo promissor ou maldito, o pretérito que se cumpriu bem ou mal. Se eu hoje me esquecesse das tuas angústias, e tu das minhas, seríamos ambos traidores a uma solidariedade de berço, umbilical e cósmica; se amanhã não estivéssemos unidos nos factos fundamentais que a posteridade há-de considerar, estes anos decorridos ficariam sem qualquer significação, porque onde está ou tenha estado um homem é preciso que esteja ou tenha estado toda a humanidade. Ligados assim para a vida e para a morte, bom foi que o acaso te fizesse gostar destes Bichos. Apostar literariamente no porvir é um belo jogo, mas é um jogo de quem já se resignou a perder o presente. Ora eu sou teu irmão, nasci quando tu nasceste, e prefiro chegar ao juízo final contigo ao lado, na paz de uma fraternidade de raiz, a ter de entrar lá solitário como um lobo tresmalhado. Ninguém é feliz sozinho, nem mesmo na eternidade. De resto, um conto que te agradou, tem algumas probabilidades de agradar aos teus netos. Porque não hão-de eles tirar ninhos quando forem crianças? E, se tal não acontecer, paciência: ficarei um pouco triste, mas sempre junto de ti, firme, na consolação simples e honrada de ter sido ao menos homem do meu tempo.
És, pois, dono como eu deste livro, e, ao cumprimentar-te à entrada dele, nem pretendo sugerir-te que o leias com a luz da imaginação acesa, nem atrair o teu olhar para a penumbra da sua simbologia. Isso não é comigo, porque nenhuma árvore explica os seus frutos, embora goste que lhos comam. Saúdo-te apenas nesta alegria natural, contente por ter construído uma barcaça onde a nossa condição se encontrou, e onde poderemos um dia, se quiseres, atravessar juntos o Letes, que é, como sabes, um dos cinco rios do inferno, cujas águas bebem as sombras, fazendo-as esquecer o passado.
Teu

Miguel Torga”

P04 – Pesquisa de peças de teatros| Amarelo, encenado por Catarina Requeijo

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“Amargo como limão, ora é doce como o mel.” 
(acho importante)

“AMARELO

de CATARINA REQUEIJO
Agarrar o Amarelo, descobrir onde ele se esconde e porquê se esconde são os pressupostos da peça criada por Catarina Requeijo. Desafiada, em 2009, a criar um espectáculo a partir desta cor, a encenadora pensou inicialmente em fazer uma abordagem sensorial, tendo em conta as reacções opostas que este tom proporciona: ora é amargo como limão, ora é doce como o mel. 
No final, o Amarelo acabou por se impor como um universo clownesco, próximo da visão descomprometida com que as crianças olham para o mundo.
O resultado é um retrato de uma pequena ilha, em que os habitantes só gostam desta coloração. Sem juízos de valor,
apresenta uma imagem do que acontece quando as pessoas só apreciam aquilo que conhecem. O que não é necessariamente mau.

Num registo cómico, a encenadora explora a criatividade, inteligência e raciocínio absurdo dos mais jovens.”

detalhe_amarelo_1314294658Para Crianças

“3 aos 5 anos | pré-escolar

teatro

Amarelo-canário, amarelo-gema, amarelo-claro, amarelo-torrado, amarelo-vivo ― existem muitos amarelos ou apenas um que se transforma, qual camaleão? Neste espectáculo vamos tentar conhecer o amarelo com todos os nossos sentidos ― como cheira, a que soa, a que sabe, que forma tem e que histórias nos pode contar. Certamente, depois de ver o espectáculo, há-de haver quem continue a preferir o verde ou o rosa, mas… O que seria do mundo se todos gostássemos só do amarelo?”

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“Numa pequena ilha onde só se gosta do Amarelo, uma atriz dá vida a um Amarelo teimoso, obstinado, divertido e muito pouco falador, usando um registo clownesco e absurdo que está próximo da forma descomprometida como as crianças olham para o mundo.

Este espectáculo é um retrato do que acontece quando só gostamos daquilo que conhecemos.
O que não é necessariamente mau.

Info

Em 2009, ao assistir ao espectáculo RUBRO, de Marta Bernardes e Ignácio Martinez de Salazar, uma criança manifestou à actriz a sua preferência pelo amarelo. Na sequência disso, surgiu o convite por parte do Projecto Educativo do Teatro Maria Matos, para eu construir um espectáculo a partir dessa cor.

O meu interesse pelo amarelo tinha já surgido, de forma indireta, através do meu filho que desde muito pequeno se apaixonou por esta cor. Passei a olhar o amarelo com menos desconfiança e resolvi, por isso, dar-lhe uma oportunidade.

O registo cómico ou mais humorístico surgiu sem determinação prévia mas sim por imposição do próprio Amarelo. Decidi aceitá-lo, porque acredito que o sentido de humor é um óptimo alimento para a inteligência e que o raciocínio absurdo é pouco explorado com as crianças.

Estreou no Teatro Maria Matos em Março de 2011,e foi posteriormente apresentado em Guimarães, Viseu, Lourinhã, Portimão, Palmela, Sesimbra, Estremoz, Vila Viçosa, Guarda, entre outras cidades. ”

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Excerto do Espectáculo

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Fotografias de Catarina Requeijo

P04 – Pesquisa de peças de teatros| Arte, de Yasmina Reza, encenado por António Feio (1998)

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Estreou em 1998

‘Arte’ de Yasmina no S. João


O Teatro Nacional S. João (Porto) foi palco, no passado dia 4, para a estreia nacional de ‘Arte’, um espectáculo baseado na obra homónima de Yasmina Reza (1994) e interpretado por António Feio (que traduziu e encenou), José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.
‘Arte’ é uma comédia contemporânea em torno da amizade e das particularidades discursivas que caracterizam a criação artística. Três amigos (Sérgio, Mário e Ivo) discutem o investimento de um deles na aquisição de um ‘Quadro Branco’ assinado por um reputado artista plástico – o investimento significativamente elevado influencia o relacionamento dos três amigos, funcionando como detonador de uma série de conflitos e tensões que modificam profundamente a relação, como se a aquisição revele um mal-estar e um ciúme que afastam o comprador daqueles que partilham a sua vida. Em registo de divertida cavaqueira, a peça parte, assim, da consideração dos critérios valorativos da arte para outras questões de fundo das sociedades contemporâneas, nomeadamente a diferenciação cultural e social e a amizade.
‘Por mais que tentássemos, durante as várias fases de trabalho, acabávamos sempre por falar de relações de Amizade. É disso que a peça trata. Fazer um espectáculo que fala da amizade entre três homens e ter a oportunidade de o construir com três amigos, deu-nos a possibilidade de viver uma situação única. A possibilidade de analisar sentimentos que nós próprios sentíamos uns pelos outros e de os poder manifestar sem restrições de qualquer espécie’, escreve António Feio no press-release desta co-produção TNSJ-UAU!!!/Produção de Ideias que permanecerá no S. João entre 11 e 22 de Fevereiro, seguindo depois para Lisboa (Teatro Villaret, de 4 de Março a 26 de Abril).”

Está disponível no Youtube podem ver a peça completa!

 

A peça “Arte” está de volta. Agora com Adriano Luz, João Lagarto e Vítor Norte. Estreia amanhã.

Um quadro branco, completamente branco. O fundo é branco e “se fecharmos ligeiramente os olhos vemos umas riscas brancas, transversais”. Uma tela com 1,60 metros por um 1,20. O dermatologista Sérgio, que está bem na vida e é apreciador de arte contemporânea, comprou o quadro branco, assinado pelo famoso pintor Antrios, por 30 mil euros. O amigo Mário não quer acreditar. É “um sujeito inteligente”, engenheiro aeronáutico, mas “faz parte daqueles novos intelectuais que ficam satisfeitos por serem inimigos da modernidade”. Ri-se a olhar para o quadro branco. “Tu deste 30 mil euros por esta merda?”

Um quadro branco, completamente branco, está no centro de Arte, a peça de Yasmina Reza, que se tornou um dos maiores sucessos nos palcos portugueses: estreou em 1998, com encenação de António Feio e interpretações de Feio (que fazia Sérgio), José Pedro Gomes (como Mário) e Miguel Guilherme (o terceiro amigo, Ivo, um “tipo simpático” mas um pouco nervoso, que trabalha numa papelaria e tem casamento marcado para daí a duas semanas). Nas duas temporadas em cena, em 1998 e 2003, o espectáculong5759502 teve sessões esgotadas e foi visto por quase 200 mil espectadores.”

Um quadro branco é arte?

Arte tinha estreado em Paris, em 1994, e foi depois um sucesso na Broadway, tendo ganho o Tony para melhor peça em 1998. O texto é aparentemente ligeiro mas, na verdade, põem-se aqui questões importantes sobre o que é a arte e qual o seu valor, o que é o bom gosto e porque é que gostamos daquilo que gostamos.

E agora está de volta. A ideia de repor Arte foi de Paulo Dias, da promotora UAU, que logo desafiou o encenador Adriano Luz. A responsabilidade de pôr em cena um espectáculo que tantos ainda têm na memória, ainda por cima depois da morte de António Feio, não o assustou: “Acontece em todo o mundo isso de pegar em peças que foram um êxito e fazê-las de novo”, diz, Adriano Luz, que também é um dos intérpretes, ao lado de João Lagarto e Vítor Norte.

De resto, apesar de o texto ser o mesmo, o espectáculo é necessariamente diferente, garante o encenador: “Decidimos fazer isto com actores de uma outra geração, na casa dos 50 e 60 anos, e isso faz toda a diferença, porque este é um espectáculo sobre três amigos que discutem por causa de um quadro. E quando três homens quase acabam a sua amizade aos 60 anos isso ganha uma outra dimensão.” Por exemplo: há uma cena onde dois dos amigos andam à luta. “Quando se tem 40 anos é uma coisa, mas ver dois homens feitos, de 60 anos, à pancada, já quase não sabem como é que se faz, é bastante ridículo”, comenta.

Homens ou “uns rapazolas”?

É que, na perspetiva de Adriano Luz, esta é uma peça sobre arte contemporânea e sobre os meandros do mercado de arte, mas é, acima de tudo, uma peça sobre a amizade destes homens e sobre “as pequenas e grandes zangas entre amigos”. “Vê-se que é uma peça escrita por uma mulher. Este é um olhar feminino sobre os homens, e é por isso que eles são tão parvos e inconscientes. São uns rapazolas.”

“Não vamos complicar as coisas por causa de um quadro, a vida é demasiado curta”, diz, a certa altura Sérgio. São três homens muito diferentes, com interesses culturais diferentes mas, apesar das discussões, conseguem ultrapassar tudo isso. A amizade entre os homens é um pouco assim, admite. “Eles dizem coisas medonhas uns aos outros. As pessoas riem-se de coisas que estão no limiar do insulto. Mas depois vão jantar e tudo se resolve. Se fossem mulheres isto nunca aconteceria. A amizade terminava ali.” “

P04 – Pesquisa de peças de teatros| Bichos, de Miguel Torga, encenado por AtrapalhArte

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Encenado pela Companhia AtrapalhARTE, de Coimbra realização a peça de teatro Bichos, de Miguel Morga.

Vídeo sobre “Bichos” de Miguel Torga

” “Bichos” de Miguel Torga é um universo desenhado em catorze contos, onde humanos e animais partilham características e também as vicissitudes da vida, colocando questões fundamentais sobre a sociedade e a própria existência.

Este clássico da literatura portuguesa, foi publicado pela primeira vez em 1940. Cada um dos catorze contos tem uma personagem: um animal humanizado ou um humano que é quase animal e todos vivem em luta com a natureza, Deus ou consigo mesmo.

Diferentes entre si nas suas particularidades, estes “bichos”, animais e humanos, estão todos na mesma “Arca de Noé”, a terra mãe, irmanados numa luta igual pela vida e pela liberdade. As suas histórias, apelam à  interpretação porque representam dilemas muito humanos mas partilhados quer pelos homens quer pelos animais.  O Homem é, neste livro, mais um bicho entre os outros e não ocupa um lugar priveligiado na criação.

Para Miguel Torga, a evolução afastou o Homem da natureza, condenando-o à perdição e, viaja com “Bichos” em busca da sua essência selvajem, da pureza dos instintos, pondo em causa Deus, liberdade, sociedade e a relação do individuo com elas.”

Origens de Miguel Torga 

Torga nasceu em São Martinho da Anta, Trás-os-Montes em 12 de Agosto de 1907 com o nome Adolfo Correia da Rocha. Frequentou um seminário, mas a falta de vocação e o desacordo com Deus levaram-no para o Brasil onde trabalhou na roça de um tio. Este como recompensa, pagou-lhe o curso de medicina em Coimbra e, foi entre a medicina e a literatura que Adolfo Correia da Rocha dividiu a sua vida.

Adoptou o pseudónimo Miguel Torga em 1934 criando uma ligação profunda entre a sua personalidade e a sua produção literária. “Miguel”, nome de arcanjo, mas também de Ângelo, Cervantes e Unamuno, humanistas por quem tinha reverência e com quem se identificava pela independência e inconformismo.

“Torga”, uma urze, uma raiz que sobrevive e contribui para a sobrevivência das gentes nas serras transmontanas, geografias que ele tanto gostava e onde sempre regressou. Assim Miguel Torga, a sua obra e a sua terra foram uma e a mesma coisa.

Escreveu poesia, teatro e romance. Foi crítico do Estado Novo, pagando pela sua rebeldia com a prisão e vendo os seus livros visados pela censura. Foi nomeado para o Prémio Nobel da Literatura, morreu em 17 de Janeiro de 1995.”

 

P03- Impressão e Reflexão

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IMG_20160413_000733Ao conseguir uma escala equilibrada, tornou-se desnecessário a presença dos números, uma vez que o grafismo fala por si.
Dado que o autor reforça que os números são só uma forma dos adultos entenderem o que é realmente importante e que devíamos tentar manter o espírito de quando éramos crianças, assim justifica-se a ausência dos números!

2aQuanto tempo que à nossa flor?
Quem de nós olha para as estrelas e pensa se a ovelha comeu a flor? Ou se o Principezinho, voltou a ver a flor, ou mesmo se retornou à Terra?
Quantos de nós entenderam que os números foram só uma forma do autor explicar que o que realmente importa não são os números, nem o modo formatado com que nos comportamos e avaliamos, mas sim as experiências que passamos, com quem nos cruzamos, o que semeamos nesse percurso e mais que isso … infinitas flores podem não ser tão importantes como “aquela flor que regamos” pois então paremos de ser adultos se possível, e vamos dar valor ao que é realmente importante!
Talvez algum de nós tenha a coragem de abrir a janela, olhar para as estrelas e sorrir ou chorar de saudade ou até de esperança na incerteza do que aconteceu ao nosso principezinho que tentou ajudar as pessoas (mesmo as grandes que não o entendiam).
Mas em cada um de nós existe uma criança que pode quebrar a barreira adulta e demonstrar que entendeu o alerta do pequeno rapazinho, ou seja, a mensagem de Antoine de Saint-Exupéry.

P03 – Escala

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Foi estabelecida uma escala

  • Experimentei fazer de uma forma constante e proporcional.
  • Foi impossível tendo valores de 1 a 6 biliões;
  • Para tentar diminuir a escala, representaram-se graficamente todos os valores contabilizados numa escala logarítmica, mas a variação entre os valores é demasiado reduzida anulando quase na totalidade a amplitude.

 

 

DADOSPor isso optei por estabelecer um diâmetro máximo para a representação do valor mais alto (532 milimetros, assumindo o formato A1 como suporte), mantendo como valor mínimo 2 milímetros escalonando os valores intermédios, procedendo aos ajustes necessários de modo a permitir a coerência na sua representação gráfica (em parte, o ajuste passou pela definição de patamares).

circunferencias-escalas

P03 – Exploração dos dados

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Os dados foram organizados e testados no Excel em cada categorias e por um gráfico das categorias gerais – para perceber a hierarquia de números/ ou seja, do que é que o autor queria realçar na sua mensagem e assim entender-se o que é mais importante como por exemplo, as Pessoas ou as Estrelas que estão na categoria dos Lugares.

As categorias

As categorias

Exemplo de uma das categorias

Exemplo de uma das categorias

 

P03 – Organização e Hierarquia dos Dados

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Daí a necessidade de dividir a interpretação dos dados em dois grupos: o dos milhões e dos milhares – que correspondem à mensagem e das unidades, dezenas, centenas – que correspondem à contextualização e desenvolvimento da história.

Organização dos números/palavras por categorias:

  • Pessoas;
  • Animais;
  • Plantas;
  • Objetos;
  • Acontecimentos;
  • Atitudes;
  • Lugares;
  • Medidas.(*a categoria Abstracto foi excluída)

1a 26a 25a 17a 15a 14a 13a 12a 11a 11a 10a 5c 5b 5a 2e 2d 2c 2b 1c 1b

Foi a forma mais adequada de fazer a apresentação da recolha de dados feita, de forma a que não se perca a mensagem implícita na leitura deste livro.

P03 – Importância de todos os valores numéricos

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No entanto o autor apresenta os dados com números concretos (que sabemos não ser reais), porque os homens gostam de números grandes e assim é mais fácil chegar à mensagem. Por outro lado, os números mais baixos apresentam a contextualização do desenvolvimento da história, através dos diversos personagens, lugares, objectos, acontecimentos, atitudes etc., ou seja, são o cenário que ele utiliza para fazer com que a sua mensagem seja entendida por todos e daí o facto de ser tão importante realçar quando ele se refere a 1 ou 10 flores ou mesmo à flor na ordem dos biliões.

P03- Levantamento dos dados

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  • Foi feito o levantamento de todas as palavras acompanhadas por números, porque os adultos dão relevância à quantidade e só assim o autor conseguia transmitir a mensagem do que é realmente importante.

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Assim foi feito o levamento de numérico e das palavras correspondentes e feita análise minuciosa para que houvesse coerência e veracidade do levantamento feito e todo o livro.
Por exemplo:  em casos em que o número era acompanhado de ” uma coisa” ou “um ar” foi necessário analisar o contexto. Por exemplo “uma coisa” num dos casos correspondia a um avião, “um ar” muitas vezes correspondia a sentimentos/atitudes do personagem principal.
Toda essa pesquisa e exploração do livro foi feita e revista pelo  menos quatro ou mais vezes para que o levantamento numérico fosse correcto para o próprio grafismo ser coerenteIMG_20160406_144310 IMG_20160406_144227

P03 – Análise do livro

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Na leitura do Principezinho sobressaí o número de vezes a que Antoine de Saint-Exupéry se refere às coisas (sejam elas animais, plantas, lugares, acontecimentos objectos) antecipadas de um numeral.

Na sua mensagem esta quantificação aparece de forma diferente. Sempre que o autor faz referência a possíveis formas de “salvar” o planeta Terra, e parafraseando o que ele diz, sabendo que “as pessoas grandes gostam de números” o autor utiliza este conceito referindo-se sempre a números muito elevados da ordem dos milhares, milhões etc, ou seja, a mensagem que está subjacente à história contada neste livro está também implícita na apresentação de números exageradamente grandes, ou seja, ao fazer referência a 5000 mil guizinhos poderiam estes ser 400 ou 300 milhões, uma infinidade de guizinhos. No entanto o autor apresenta-os como números concretos (que sabemos não ser reais) porque os homens gostam de números e assim é mais fácil chegar à mensagem.

É assim que o faz em relação às estrelas, aos guizinhos, aos acendedores de candeeiros, às fontes e apresentando através de coisas e números (reais) a mensagem que lhe esta subjacente.

Por outro lado e não menos importante os números mais baixos apresentam a contextualizam do desenvolvimento da história, através dos diversos personagens, lugares, objectos, acontecimentos, atitudes etc., ou seja, são o cenário que ele utiliza para fazer com que a sua mensagem seja entendida por todos e daí o facto de ser tão importante realçar quando ele se refere a 1 ou 10 flores ou mesmo à flor na ordem dos biliões.

Daí a necessidade de dividir a interpretação dos dados em dois grupos: o dos milhões e dos milhares (que correspondem à mensagem) e das unidades, dezenas , centenas (que correspondem à contextualização e desenvolvimento da história).

A divisão dos números por categorias: Pessoas, Animais, Plantas, Objectos, Acontecimentos, Atitudes, Lugares, Medidas é a forma mais adequada de fazer a apresentação da recolha de dados feita, de forma a que não se perca a mensagem implícita na leitura deste livro.

 

P02- Livro – Na perspectiva de um Fotógrafo| Conceito e Pesquisa

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Conceito
Na perspectiva de um fotógrafo quis fazer um livro que mostra-se alguns cemitérios de Portugal. Perante a pesquisa visual constatei a falta de qualidade das imagens na internet, mas isso não podia limitar o sucesso do trabalho poderia contornar de qualquer forma. Mas decidi arriscar e então entrei em contacto com  Pedro Domingos, que não conheço e que me disponibilizou fotografias, que não estou autorizada a publicar nesta plataforma ou outra, apenas se aparecer no meu objecto gráfico e entrei em contacto com Fotógrafo Manuel Araújo que trabalha no Centro Português de Fotografia e me indicou o Fotógrafo Fernando Aroso e assim consegui ter conteúdo de qualidade para o meu trabalho ( tendo sido bastante difícil, mas valeu a pena).
Estão então apresentadas fotografias dos cemitérios:

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P02 – Exploração Gráfica e dos Formatos

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Comecei por procurar os ícones das religiões 

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Graficamente comecei por explorar desenhando manualmente os ícones

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Teste com fundo preto

Decidi desenhar os ícones digitalmente

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Estes ícones numa fase inicial iam ser usados no grafismo do desdobrável, pelo que se achou que as fotografias seriam mais enrriquecedoras.

Formatos

A3| A3+| A2

A3| A3+| A2

 

 

 

P02 – Desdobrável – Na perpectiva de um sociólogo| Conceito e pesquisa

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Conceito
Na perspectiva de sociólogo, quis desenvolver um desdobrável que informasse os rituais de morte nas várias culturas.
Escolhi as seguintes religiões:

  • Cristianismo
  • Islamismo
  • Judaísmo
  • Hinduísmo
  • Budismo

Pesquisa visual de desdobráveis

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Pesquisa Visual dos rituais em cada religião para usar no grafismo

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RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

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14 Mar 2013, Najaf, Iraq --- Mourners offer prayers over a wrapped body in a coffin. --- Image by © Matt Moyer/National Geographic Creative/Corbis

14 Mar 2013, Najaf, Iraq — Mourners offer prayers over a wrapped body in a coffin. — Image by © Matt Moyer/National Geographic Creative/Corbis

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P02- Processo Gráfico

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  • Foram pesquisados 103 cemitérios para comprovar
    a veracidade dos dados e as suas dimensões e localização.
  • Foram seleccionados 22 cemitérios para a infografia, segundo critérios
    da área e/ou  número de sepultados. 

Após o levantamento dos maiores cemitérios e o levantamento de cada cemitério a partir da vista aérea, foi muito complicado trabalhar graficamente e passo a explicar porquê as imagens:

  1. Exploração gráfica das imagens à mesma escala:
    As imagens tiveram que ser retiras numa escala de 100m, 200m e 500 metros e alteradas posteriormente através da alteração da escala por percentagem de maneira a ficarem à mesma escala mas perderem o mínimo de qualidade visual (qualidade que teriam não se que ter mesma escala, mas graficamente e por sugestão da professora, é importante manter a mesma escala, concordei com esse facto. Foi um desafio, porque é bastante complicado manter a qualidade das imagens no google maps e conseguir captar as áreas de forma visível. Mas foi conseguido!
  2. Exploração gráfica do mapa-múndi:
    Inicialmente trabalhei-o graficamente de uma forma mais tradicional tendo tido bastante trabalho na selecção do mesmo, assim como a distribuição, pois é um trabalho bastante minucioso. Mas posteriormente com base no acompanhamento dado nas aulas pela professora Ana Raposo, e pelo meu gosto pessoal, decidi fazer por uma versão menos tradicional e igualmente trabalhosa mas que valeu a pena e passo já a mostrar os resultados desse trabalho em constante aperfeiçoamento.

P02- Levantamento dos maiores cemitérios em área geográfica e número de indivíduos enterrados

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Fui pesquisar os maiores cemitérios e apareceu a dualidade: entre os maiores cemitérios e os mais famosospor isso foi necessário confirmar a informação levantada e pesquisar detalhadamente acerta da mesma porque em alguns cemitérios não existe imagem,ou dimensões da área, e foi preciso procurar documentação dessem a veracidade dos dados.

Levantamento:
*Acres = 0,404685642 hectares
1 Hectar = 10.000 metros quadrados

Alemanha:

  • Dorotheenstädter Friedhof – Berlim (sem informação)
  • Städtischer Friedhof III – Berlim

Angola

  • Cemitério do Alto das Cruzes – Luanda  

Arábia Saudita

  • Tumba de Eva

Argentina

  • Cemitério de la Recoleta –  Buenos Aires ( conhecido pela arte e luxo)
  • Cemitério de la Chacarita –  Buenos Aires (sem informação)

Áustria

  • Kapuzinergruft- Viena (sem informação)

Brasil

  • Cemitério da Saudade – Carutenas – 32 mil sepulturas, 112 quarteirões e 181,5 metros quadrados 
  • Campo Santo – Salvador – Bahia
  • Cemitério dos Ingleses da Bahia – Salvador – Bahia
  • Cemiterio S. João Baptista – Fortaleza – 95 mil m2 
  • Cemitério Navais- Navais – Mato Grosso do Sul
  • Cemitério dos Hoteis – Jardim Mato grosso do Sul
  • Cemitério São Pedro – S. João- Minas Gerais
  • Cemitério Parque Jardim da Paz – Curitiba – Panamá
  • Cemitério Nacional do Boqueirão – Panamá
  • Cemitério da Consolação – São Paulo – 76,340 m2 ( um dos vinte dois municipais de S. Paulo)
  • Cemitério dos Ingleses – Recife – Pernambuco
  • Cemitério Morte da Paz – Paulista- Pernambuco
  • Cemitério Santo Amaro – Recife – Pernambuco
  • Cemitério Catumbi – Rio de Janeiro
  • Cemitério São Francisco Xavier – Caju – Rio de Janeiro
  • Cemitério Ingleses na zona portuária – Rio de Janeiro
  • Cemitério de Inana – Rio de Janeiro
  • Cemitério Irrealista de He -Rosdi – Rio de Janeiro
  • Cemitério Irrealista de Vilar de Teles – Rio de Janeiro
  • Cemitério Jardim da Saudade – Rio de Janeiro
  • Cemitério S. João Baptista – Rio de Janeiro
  • Cemitério Vertical Memorial do Carmo – Rio de Janeiro
  • Cemitério Morada da Paz – Rio Grande do Norte
  • Cemitério São João Baptista – Rio Grande do Norte
  • Cemitério Ecumênico João XXIII- Rio Grande do Sul
  • Cemitério São Francisco de Assis – Santa Catarina
  • Cemitério dos Imigrantes Italianos – Santa Catarina
  • Memorial Ecuménico S. Francisco de Assis – Santa Catarina
  • Memorial e Cemitério do Contestado – Santa Catarina
  • Cemitério Araçá Pinheiros – Pernambuco – 222.000 hectares / ou sepulturas.
  • Cemitério S. Luís – Jardim de São Luís – 3.2600 hectares
  • Cemitério Vila Formosa – Vila Formosa data de 1949 tem 763.000 – É o maior da América Latina 
  • Cemitério da Saudade – Campinas – 32.000 sepulturas, 112 quarteirões e 181,5 mil metros quadrados.

Canadá

  • Cemitério de Fairview,

Chile

  • Cemitério Geral do Chile – Santiago

China

  • Mausoléu de Genghis Khan – Mongólia Interior
  • Mausoléu de Mao Tsé-Tung – Pequim

Dinamarca

  • Catedral de Roskilde- Roskilde

Egipto

  • Pirâmides de Gizé
  • Saqqara
  • Vale dos Reis – tem vários túmulos e alguns túmulos têm 12 câmaras

Espanha

  • Cemitério de La Almudena –  Madrid – É o maior de Madrid – tem 120 hectares.
    É um dos maiores da Europa Ocidental, tem 5 milhões de sepultados, mais do que a actual população de Madrid.

Estados Unidos da América

  • Cemitério Nacional de Arlington – Virgínia – tem 624 acres e 300 enterrados.
    Tem militares enterrados desde o inicio da América até à Guerra no Iraque.
  • Riverside Funeral Chapel – Flórida

França

  • Les Invalides – Paris – relativamente grande
  • Cemitério de Montmartre – Paris
  • Cemitério do Montparnasse – Paris
  • Panteão de Paris – Paris
  • Cemitério do Père-Lachaise – Paris – Maior do país, tem 114 hectares, 110 acres e 1 milhão de sepultados

Grécia

  • Cemitério Cerâmico – antigo cemitério de Atenas (sem informação)

Itália

  • Basílica de São Lourenço – Florença
  • Basílica de Santa Cruz – Florença
  • Cemitério de Campo Verano- Roma – Maior cemitério de Roma (sem informação)
  • Cemitério Monumental de Milão 
  • Basílica de São Pedro – Roma – tem Papas
  • Catacumbas dos Capuchinhos – Palermo
  • Sacrário Militar de Redipuglia – Redipuglia – tem 100 mil soldados da 1ª Guerra Mundial.

Israel

  • Monte das Oliveiras – Jerusalém – Tem sepultados judeus, muçulmanos e protestantes mais um cemitério judaico com 150 mil sepultados

México

  • Panteão de Dolores- México (sem informação)

Países Baixos

  • Westerkerk – Amesterdão

Portugal

  • Cemitério das Barreiras – Esposende.
  • Cemitério da Ajuda –  Lisboa
  • Cemitério do Alto de São João – Lisboa
  • Cemitério de Agramonte – Porto
  • Cemitério do Prado do Repouso – Porto
  • Cemitério Santa Maria do Olival – Tomar – Tem 3 mil sepulturas, em 6,500 m2 (escavações do Antigo Cemitério Romano)

Reino Unido

  • Bunhill Fields – Londres
  • Cemitério de Highgate – Londres
  • Cemitério de Kensal Green – Londres – 1 dos 7 Magníficos 

Rússia

  • Cemitério Novodevichy – Moscou – 27 mil sepultados
  • Cemitério Tikhvin – São Petersburgo

Suíça

  • Bremgartenfriedhof
  • Cemitério de Kilchberg – Zurique

 

 

P02- Infografia – Na perpectiva de um geógrafo| Conceito e pesquisa

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Conceito
Na perceptiva em que me coloquei, de um geógrafo, quis desenvolver uma infografia para apresentar os maiores cemitérios a nível mundial.
Tendo como base usar o mapa mundi, como meio de orientação na organização da informação para a localização geográfica e assim foi surgindo o meu grafismo e organização da informação de uma maneira pessoal.
Sendo coerente com esta perceptiva achei importante dar destaque à escala, por esse motivo optei por usar imagens da vista aérea de cada cemitério; para a organização foi também importante referenciar a religião correspondente assim como a sua localização no contexto geográfico.

Apresento informação que achei útil para a minha pesquisa e desenvolvimento do trabalho:

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P02- Perspectivas escolhidas para o tema Morte

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Quero trabalhar o tema cemitérios o que levou ao tema rituais de morte e durante este processo de trabalho, simplificou-se para Morte.
Optei para atribuir o nome aos três trabalhos, tendo optado para que o tema fosse em latim.

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Perante as várias ideias, coloquei-me em várias perceptivas, como se pode ver no inicio do processo de trabalho nos artigos iniciais. Posteriormente escolhi as três perceptivas e o suporte em que as quero trabalhar.

Perceptivas:

  • Na perspectiva de geógrafo – Infografia
  • Na perspectiva de sociólogo – Desdobrável
  • Na perceptiva de fotógrafo – Livro

P02- Continuação da Pesquisa – Religiões

Quote

 

http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/26472/1/S1413-294X2006000200010.pdf

Religiões que quero explorar e pesquisa relevante:

Budismo
“Para os Budistas a morte é a única certeza, “ se nos lembrarmos da inevitabilidade da morte geraremos o desejo de usar a nossa preciosa vida de forma significativa” é um dos lemas. Acreditam que treinando a mente durante a vida, o indivíduo estará tranquilo e sereno quando chegar a hora de morrer, o que garantirá um renascimento afortunado. Acreditam na reencarnação, comparando o processo de morrer e renascer com o ciclo: dormir, sonhar e acordar.
Diante da morte, a expressão das emoções passa pelo choro, pelo soluçar e pelo canto de canções tristes, onde lamentam a morte e louvam as virtudes do morto. No entanto, procuram manter o equilíbrio, evitando o choro e o desespero perto do corpo porque a tristeza torna-se um obstáculo para um novo renascimento. Assim, é de todo essencial que o amor, a paz, a aceitação, harmonia e conforto estejam no meio que envolve o morto, para que a mente deste permaneça positiva e tal o ajude na sua travessia. Para os Budistas não existe Luto, há apenas preces e dedicação dos pensamentos positivos á pessoa que morreu.”

Japão
“… a família permanece de luto durante 49 dias, como sinal de respeito pelo morto.O corpo é deixado durante oito horas sem ninguém lhe mexer num lugar tranquilo, pois permite à família algum tempo para se acalmar e ao morto um momento de serenidade, como preparação para o começo de uma nova vida. … usam flores dentro do caixão e uma tigela com arroz cozido, água, um vaso com flores, velas e incenso, colocados numa mesa ao lado do caixão para que nada falte ao morto.”

Islamismo

” Os islamitas à semelhança com os budistas vêm a morte como a passagem para uma nova etapa. As almas esperam pelo juízo final, onde ocorrerá a ressurreição. Os corpos são lavados, embrulhados, contemplados e chorados. Após serem realizadas as orações, o morto é enterrado sem caixão em posição paralela a Meca.  O caixão deve ser simples, pois serve apenas para transportar o corpo até ao cemitério. O velório apenas serve para cumprir a burocracia ou para aguardar um parente, pois quanto mais cedo for realizado o sepultamento, melhor. A autópsia é proibida, a doação de órgãos pode ser feita, no entanto, não há luto, pois a morte deve ser vista como algo natural.”

Judaísmo

“…se a morte é de uma criança com menos de trinta dias de vida, nenhumas práticas de luto são realizadas, pois esta é vista como se não tivesse vivido. Quando a criança tem mais que trinta dias de vida as mães não choram, pois esta atitude é entendida como pena e a pena é algo desprezível. Assim, as mulheres encaram o momento com alguma indiferença, pois esta é a atitude culturalmente correcta, sob risco de sofrerem danos físicos e porem em causa o seu relacionamento. Estas mães acreditam que o sofrimento pode tornar o caminho do seu filho escuro e sombrio.”

“… Relativamente á morte de adultos, normalmente o funeral celebra-se no dia a seguir ao falecimento, para que os familiares possam começar o seu período de luto. Os amigos e familiares doam dinheiro a instituições geralmente ligadas á causa de morte do defunto.
O período entre a morte e o enterro é o período onde a exaltação da dor está patente, daí a nomeação de Onen, ao familiar directo que mais esteja a sofrer, em choque e emocionalmente frágil. Os Onen rasgam as suas roupas e ficam de pé durante a cerimónia como manifestação da sua dor e raiva pela perda.
A tradição judaica reconhece que cada um pode viver o sofrimento e o luto ao seu ritmo, daí a existência de seis períodos de luto, onde cada pessoa manifesta a sua dor á sua maneira. A cremação e a autópsia são proibidas. As flores também são proibidas, uma vez que, são sinónimo de alegria.”

Hinduísmo


“Quando a morte começa a ser percepcionada dá-se inicio a um período de jejum, de forma a contribuir para o bem-estar da pessoa que está a morrer. Realizam-se ainda orações, recita-se poesia e canta-se na tentativa de agradar aos deuses, na esperança que estes intercedam a favor do sujeito que está a morrer. Quando ocorre a morte, ouvem-se gritos, as mulheres realizam as purificações e vestem os trajes fúnebres brancos (saris brancos) utilizados até ao primeiro aniversário da morte. Durante os rituais fúnebres todos têm de ser vegetarianos e tem de dormir no chão. As orações ocorrem duas vezes por dia e é de esperar que familiares e amigos participem, no entanto tem de se encontrar em estado de pureza física e espiritual. As mulheres são as que mais expressam as suas emoções, gritando, chorando com histeria, por sua vez, os homens tem como função carregar o caixão até ao cemitério.”

“… Normalmente os filhos e netos do falecido rapam as cabeças, deixando um penacho no topo, sendo este oferecido à alma daquele que partiu. Os corpos são cremados, as cinzas são submersas no Ganges, com o intuito de assegurar a salvação espiritual do falecido. Durante a cerimónia da cremação são proferidas orações pelos sacerdotes, as quais são repetidas em voz alta pelos familiares, deixando transparecer toda a emoção e dor do momento. É fundamental ouvir o crânio a estalar, pois é símbolo que a alma foi libertada.

 

P02- Planificação de ideias

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Ideias

Perspectivas (profissões)

  • Fotógrafo
  • Arquiteto/engenheiro
  • Poeta
  • Arqueólogo
  • Sociólogo
  • Designer
  • Escritor
  • Astrólogo
  • Curandeira/bruxarias
    (CAOS – MOVIMENTO) -Sentimentos difíceis de retratar

Olhos

  • Levantamento científico (livro)
  • X
  • Análise do olhar (livro/poster)
  • X
  • Retratar expressões dos olhos/expressão corporal
  • Poster da variedade dos olhos
  • Reencarnação
  • Comparação as galáxias
  • Uso macabro

Cemitério – Rituais de morte (ideia escolhida para explorar)

  • Evolução da arte/tipografia das campas (livro)
  • Plantas/localizações (poster/ infografia)
  • Sentimentos de luto
  • Objetos de culto (caixão, urna, cruz ou vaso)
  • Rituais das várias culturas (vídeo)
  • Infografia dos cemitérios do porto
  • Melancolia
  • Vidas passadas
  • Vudu

Mãos

  • Decomposição/ desmembrar das mãos, estudo científico (livro)
  • X
  • Toque
  • Evolução anatómica
  • Alteração das mãos/tipos de cumprimentos/ Analise quiroprática, estudo das linhas das mãos
  • X
  • Contemplação
  • Significado das constelações
  • Agulhas

Fogo (ideia escolhida para explorar)

  • Evolução do fogo
  • X
  • Paixão (várias perspectivas)
  • Análise de objectos usados
  • Significado nas várias culturas
  • Noção abstracta ou concreta do fogo
  • Reflexão sobre o fogo
  • Comparação de cores/forma com o universo
  • Rituais